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Corpos Sociais da ANP

 

DIRECÇÃO:                                                                             

Presidente: MÁRIO NEVES                                                                           
Vice-Presidente: RUI MATOS                            
Secretário: PAULA DIAS
Tesoureiro: PAULO OTERO
1º Vogal: MANUEL NETO               
 

ASSEMBLEIA GERAL:

Presidente: CARLOS COSTA
Vice-Presidente: ANTÓNIO MATIAS
Secretário: LUCINDA PIMENTA

CONSELHO FISCAL:
Presidente: JOSÉ LUIS VIEIRA
Secretário: FERNANDO FERREIRA
Relator: CARLOS PALMA

 


                                                                                                        

Informação aos Sócios

QUOTAS:
 - Sócios efectivos:

     - Singular:  € 30,00 

     - Casal:       € 45,00

 - Jovens até aos 18 Anos:  Isentos

 - Sócios correspondentes (Internacionais): 50% da quota

 

PAGAMENTO DA QUOTA POR TRANFERÊNCIA
(É necessário ser o próprio sócio a executar)

NIB-001000002676873000108

Recados aos sócios

Aos sócios:
Por favor actualizem vossos contactos
Tel., Tm., Morada e e-mail.

Para o próximo boletim e página de internet,
gostariamos de receber textos de experiências
em centros naturistas, sugestões, receitas com
produtos naturais, propostas, idéias ou contactos
para locais de encontros naturista em Portugal ou
até quem tenha uma Quinta que possa proporcionar
encontros de fim de semana.

 


A ASSOCIAÇÃO...

A Associação Naturista de Portugal surge com o intuito de corporizar um movimento de união e entendimento entre os naturistas portugueses, que funcione como instrumento de divulgação de ideias, interesses e iniciativas.
Enquanto assistimos a um crescimento imparável do naturismo na Europa, como fenómeno social, desportivo e cultural, já com décadas de história e organização, temos deixado que as maravilhas naturais do país onde vivemos não se achem, como deviam, na primeira linha das metas turísticas dos que buscam um contacto saudável com a natureza.
Do mesmo modo, o movimento em Portugal tem surgido naturalmente por iniciativa e prática individual dos que perfilham os seus princípios, sem que haja um polo de referência preparado para mediar informações ou congregar pessoas com objectivos idênticos.
É na tentativa de preenchimento dessa lacuna que a ANP projecta o planeamento das suas intenções. Queremos vir a ser uma correia de transmissão entre pessoas com ideias semelhantes, que optam pela vivência do lado natural das coisas, ajudando a enquadra-la - e a enquadrar-nos - na moldura cada vez mais difícil de uma vida sintética, plástica e divorciada da terra que nos possui...
Não defendemos um regresso utópico às origens, mas um posicionamento o mais saudável que consigamos no eco-sistema a que nunca poderemos ser alheios, por mais benesses que a tecnologia e a cibernética nos possam vir dar. É no equilíbrio dessa posição que reside a nossa filosofia de vida e a nossa forma de intervenção.
Defendemos processos naturais, sempre que eles possam substituir-se aos artificiais. Estamos atentos a fenómenos como a naturopatia, o yoga, a alimentação natural, a protecção do meio ambiente, o exercício físico e psíquico, enfim, aqueles passos que conduzem a uma "mens sana in corpore sano"...
O nudismo, fortemente associado aos movimentos naturistas, é uma aliança espontânea de uma prática que não encontra protecção ideológica em nenhuma outra doutrina instituída, pelo que resulta lógico encontrar-se-nos associado. Porém, se virtualmente todos os nudistas são naturistas, nem todos os naturistas são nudistas. Razões culturais, perfeitamente legítimas no respeito que é necessário ter-se por cada pessoa como indivíduo livre e inteiro, levam muita gente que defende uma vida baseada em princípios naturais a não se sentir confortável sem roupa. Temos exemplos nas nossas fileiras, e com eles temos aprendido as necessárias lições de tolerância e respeito. A ANP representa um movimento naturista - nela se integram pessoas que são nudistas, e pessoas que não o são.
Sobre este assunto, resultaria interessante citar, em favor de quem não se despe, a máxima de Engels (1820-1895) que diz que "a minha liberdade acaba onde começa a tua" e em favor de quem se despe, a frase de Miguel Angelo (1475-1564) "Que espírito será tão cego e vazio que não entenda que o pé humano é mais nobre que o sapato que o calça, e que a pele humana é mais bela que as vestes que a cobrem"...
Mas é no respeito mútuo entre os humanos e no destes pela natureza que se situa o nosso ponto de equilíbrio e a nossa meta de intervenção.
Representamos uma essência de princípios tão antigos quanto a nossa própria espécie - somos entes biológicos de uma ecologia natural definida: queremos sê-lo o mais possível... em sociedade.